Por Eduardo Sabino
Um ser humano com aspirações socialistas na universidade contemporânea, sob os olhares da maioria de seus pares, sejam eles colegas ou educadores, não passa de um ingênuo sonhador. Parece aceitável no mundo atual a ideia de que o comunismo e outras formas de organizações não capitalistas foram sepultadas junto com a União Soviética, e qualquer palavra a respeito soa fora da realidade, bem próximo do ridículo para os ouvidos acostumados com as recomendações de sempre. “O sistema está dado, isto é o real, o resto é ideologia”, ouvi certa vez da boca de um educador.
O filósofo Slavoj Zizek nos alerta sobre as mudanças na conotação do termo ideologia. Para ele, trata-se da matriz geradora que regula a relação entre o visível e o invisível. Se antes era definida por alguns filósofos como um mascaramento da realidade para a imposição das ideias da classe dominante, agora a ideologia está nos pilares da realidade. “A superfície está vinculada com aquilo que é mais profundo que a própria profundeza, mais real que a própria realidade”, afirma Zizek.
Por isso, antes de nos perguntarmos se uma visão de mundo é irreal ou inconcebível, como universitários e responsáveis pela sociedade de amanhã, devemos nos perguntar se “realmente” estudamos para solucionar os problemas do mundo. Afinal de contas, o mundo real será sempre este, em que se deve aprender uma profissão, conquistar um lugar no mercado e fechar os vidros no trânsito? Muitos preferem deitar as sobras do nosso mundo perfeito no travesseiro, sem remorsos, quando recordam uma esmola feita, uma oração repetida, ou outra coisa que traga a ilusão de conforto.
Poucas palavras bastam, porém, para o desmanche da tranquilidade. Por exemplo, “o fim está próximo”. Essa frase ganhou uma dimensão mais real quando saiu da boca dos profetas e foi parar nas palestras dos cientistas. Contudo, para nós, acostumados com a lógica capitalista (todos os somos), é mais fácil aceitar o fim do mundo do que uma mudança muito mais modesta no modo de produção.
Afinal, a roda do consumo, a mesma que nós universitários aprendemos a fazer girar (cada qual em sua função) segue em ritmo acelerado. Os recursos naturais se esgotam, o abismo entre ricos e pobres se torna intransponível, o dinheiro invisível, aquele aplicado na expectativa da valorização, torna-se uma bola de neve. Os bancos engordam, as favelas também. Mas os utópicos são os socialistas. Para o bom empreendedor, meia oportunidade basta.
Há quem se volte contra o capital financeiro, dizendo que os bancos tornam as empresas reféns. A ingenuidade teórica de pseudointelectuais de mercado, leva-os a esquecer que o capital financeiro derivou-se do capital industrial e que a relação entre os dois é também de benefício mútuo. Com os atuais custos para entrar na roda da mais-valia, o capital que rende juros volta-se para o meio de produção. Sem o financiamento, as pequenas e médias empresas, que se colocam como vítimas do capital financeiro, nem sequer existiriam no mercado.
Para tapar os seus buracos, o capital soube fazer de cada palavra marxista uma blasfêmia. Acompanhamos, nas últimas décadas, particularmente na América Latina, a incompetência dos governos neoliberais em lidar com problemas seculares, como a desigualdade, e, no geral, com o subdesenvolvimento. Em oposição à realidade, as aulas sobre a gestão do capital, à luz da concepção de mundo neoliberal, continuam a fazer discípulos admirados.
O horror à possibilidade do socialismo, em contraposição à assimilação das dores (reais) do atual sistema, deve-se a muitos fatores. São várias as ideologias que garantem o bom funcionamento das coisas e o conformismo de nossos jovens. Em meio aos argumentos, há razões históricas, talvez. Uma delas defende que “o socialismo real, quando levado a cabo, revelou-se um sistema ditatorial”.
Vejamos, em linhas gerais, o que se chamou de socialismo. Um sistema de estatização da economia sem supressão do modo de produção capitalista. Os burgueses não exploravam mais o trabalhador, mas o Estado, este abusava. Seguiu-se nos países supostamente socialistas uma modernização industrial nos moldes da modernização burguesa ocidental. Por alguns motivos básicos, os trabalhadores soviéticos foram mais explorados que os das fábricas inglesas: não havia como explorar colônias, como o fez a Inglaterra nem pedir empréstimos a outros países. A mais-valia do trabalhador era o único alimento da máquina do Estado. O sistema de troca de mercadorias foi apenas estatizado, não superado. Recortou-se da teoria marxista a luta de classes. O sistema de trocas, o fetiche da mercadoria, permaneceram intactos. Manteve-se a ideologia protestante do capitalismo, como o valor do trabalho como coisa natural ao homem e com fim em si mesma. Enquanto muitos marxistas apoiavam as iniciativas do Estado Comunista, Marx revirava-se no túmulo.
Outra fonte de horror ao universo socialista: a postura da atual esquerda, particularmente na América Latina. O sistema aprendeu com as crises, renovou a linguagem. O operário tornou-se colaborador, o capitalista, um empreendedor. Mas a esquerda fala de operários, ataca os burgueses e, ao retomar o discurso do século XIX, parece falar de uma coisa morta. Da mesma forma que houve o fetichismo da mercadoria, pelo capital, houve o fetichismo das classes. Nesse ponto, arrisca-se: o inimigo é o capital, não o capitalista. As figuras humanas, mesmo impondo-se contra outras de condição oposta, apenas representam o que foram condicionadas a fazer pelo sistema, o que não raro alguém advindo de realidade distinta faria em seu lugar. Devem ser combatidas as estruturas do sistema, responsáveis pela criação de um modo de vida voltado para o trabalho, a mais-valia, o consumo. E combater, no contexto universitário, em primeira instância, significa discutir.
A universidade, como o próprio nome indica, não pode ser reduzida ao ensino de técnicas de mercado. É óbvio, somos formados para conquistarmos, com esforço, um lugar no mercado. Mas isso não pode impedir o universitário de enxergar além das condições que lhe são impostas.
Um dos chavões da discussão humanística nos centros de ensino: a sustentabilidade. As pioneiras dessa transformação, desse “capitalismo mais humano”, ironicamente, são as empresas. Elas supostamente buscam soluções para reduzir o consumo e garantir um mundo digno para as próximas gerações. Os dados apontam um colapso do meio embiente, mas, no mundo da imagem, por meio de supostas ações sustentáveis, os vilões se tornam heróis. As mineradoras combatem a devastação do meio ambiente, as hidrelétricas incentivam o crescimento de comunidades, os bancos são oportunidades para a realização de sonhos. E os idealistas, são os socialistas?
O fato é que, enquanto acontece o suposto realinhamento do meio de produção para “explorações mais humanas”, continuam a ser oferecidas milhares de mercadorias. A palavra de ordem da pós-modernidade é a inovação. Ninguém quer ser visto com o lixo. O toque monofônico do celular de um consumidor desprecavido, no pátio da universidade, é motivo de riso.
A sensação de perda, a promessa de intensidade da publicidade, no lugar da promessa religiosa da eternidade, é o espírito de um sistema que precisa produzir sem parar. Por isso, a novidade de hoje é o lixo de amanhã. O lixo, aliás, é o principal indício do bom funcionamento de nosso sistema. A empresa mais estável do mundo, aponta o filósofo polonês Zygmunt Bauman, é a indústria do lixo.
A verdade é que não importa quantos sociólogos, ambientalistas ou filósofos mencionem a palavra catástrofe para se referirem ao ponto do qual nos aproximamos. O mundo será como tal enquanto as ideias estiverem trancafiadas em prateleiras de bibliotecas.
O grande desafio do universitário no mundo contemporâneo é enxergar para além do que lhe é ensinado. Aos que encontrarem uma fresta, vale cobrar para que ela se torne uma janela, por meio de discussões amplas e pesquisas. Especializemos sim, mas tenhamos uma visão crítica em relação ao todo.
Sem ingenuidades: não esperemos mudar o mundo de uma hora para outra. É o próprio capitalismo que esgota recursos e caminha, por conta própria, para o fim. Como uma serpente que começa alimentando dos fracos e, um dia, não terá outra opção, senão comer o próprio rabo. Levantemos do túmulo as vivas palavras de Marx:
"Uma formação social nunca se desfaz antes de estarem desenvolvidas todas as forças produtivas para as quais ela está pronta e novas relações de produção mais elevadas nunca se impõem antes de estarem crescidas no seio da sociedade antiga as condições de existência materiais dessas relações. Por isso, a humanidade sempre se propõe apenas aquelas tarefas que pode resolver, pois a observação exata sempre revela que a própria tarefa nasce onde já existe as condições materias de sua solução, ou onde estas pelo menos já estão em desenvolvimento".
O colapso da sociedade do consumo se aponta no horizonte. Os neoliberais estavam certos: a globalização construiu um novo mundo. Mais desumano. Há de chegar a hora em que a sociedade terá que escolher entre o fim da civilização e a suposta ideologia de um sistema igualitário.
Não se sabe como uma nova sociedade irá nascer. Decerto, o manual de funcionamento das bolsas de valores não o dirá. Nem o código de ética de uma multinacional. Nós, estudantes, devemos arriscar uma solução sem medo de sermos chamados de loucos: a adaptação do pensamento marxista para nossos tempos. A verdadeira utopia – no sentido mais irônico do termo, definido pelo Dicionário Houaiss como “ideia generosa, porém impraticável” – é a esperança de um mundo melhor sem a superação do sistema capitalista.
Eduardo Sabino é escritor, redator e compositor. Cursa o sétimo período de Comunicação Social no Centro Universitário Newton Paiva, onde é diretor colegiado do DA Ação Integrada, de Comunicação Social. No segundo semestre deste ano, lançará o livro de contos “Ideias noturnas sobre a grandeza dos dias” pela editora Novo Século. Contato: eduardosabino10@yahoo.com.br.
O filósofo Slavoj Zizek nos alerta sobre as mudanças na conotação do termo ideologia. Para ele, trata-se da matriz geradora que regula a relação entre o visível e o invisível. Se antes era definida por alguns filósofos como um mascaramento da realidade para a imposição das ideias da classe dominante, agora a ideologia está nos pilares da realidade. “A superfície está vinculada com aquilo que é mais profundo que a própria profundeza, mais real que a própria realidade”, afirma Zizek.
Por isso, antes de nos perguntarmos se uma visão de mundo é irreal ou inconcebível, como universitários e responsáveis pela sociedade de amanhã, devemos nos perguntar se “realmente” estudamos para solucionar os problemas do mundo. Afinal de contas, o mundo real será sempre este, em que se deve aprender uma profissão, conquistar um lugar no mercado e fechar os vidros no trânsito? Muitos preferem deitar as sobras do nosso mundo perfeito no travesseiro, sem remorsos, quando recordam uma esmola feita, uma oração repetida, ou outra coisa que traga a ilusão de conforto.
Poucas palavras bastam, porém, para o desmanche da tranquilidade. Por exemplo, “o fim está próximo”. Essa frase ganhou uma dimensão mais real quando saiu da boca dos profetas e foi parar nas palestras dos cientistas. Contudo, para nós, acostumados com a lógica capitalista (todos os somos), é mais fácil aceitar o fim do mundo do que uma mudança muito mais modesta no modo de produção.
Afinal, a roda do consumo, a mesma que nós universitários aprendemos a fazer girar (cada qual em sua função) segue em ritmo acelerado. Os recursos naturais se esgotam, o abismo entre ricos e pobres se torna intransponível, o dinheiro invisível, aquele aplicado na expectativa da valorização, torna-se uma bola de neve. Os bancos engordam, as favelas também. Mas os utópicos são os socialistas. Para o bom empreendedor, meia oportunidade basta.
Há quem se volte contra o capital financeiro, dizendo que os bancos tornam as empresas reféns. A ingenuidade teórica de pseudointelectuais de mercado, leva-os a esquecer que o capital financeiro derivou-se do capital industrial e que a relação entre os dois é também de benefício mútuo. Com os atuais custos para entrar na roda da mais-valia, o capital que rende juros volta-se para o meio de produção. Sem o financiamento, as pequenas e médias empresas, que se colocam como vítimas do capital financeiro, nem sequer existiriam no mercado.
Para tapar os seus buracos, o capital soube fazer de cada palavra marxista uma blasfêmia. Acompanhamos, nas últimas décadas, particularmente na América Latina, a incompetência dos governos neoliberais em lidar com problemas seculares, como a desigualdade, e, no geral, com o subdesenvolvimento. Em oposição à realidade, as aulas sobre a gestão do capital, à luz da concepção de mundo neoliberal, continuam a fazer discípulos admirados.
O horror à possibilidade do socialismo, em contraposição à assimilação das dores (reais) do atual sistema, deve-se a muitos fatores. São várias as ideologias que garantem o bom funcionamento das coisas e o conformismo de nossos jovens. Em meio aos argumentos, há razões históricas, talvez. Uma delas defende que “o socialismo real, quando levado a cabo, revelou-se um sistema ditatorial”.
Vejamos, em linhas gerais, o que se chamou de socialismo. Um sistema de estatização da economia sem supressão do modo de produção capitalista. Os burgueses não exploravam mais o trabalhador, mas o Estado, este abusava. Seguiu-se nos países supostamente socialistas uma modernização industrial nos moldes da modernização burguesa ocidental. Por alguns motivos básicos, os trabalhadores soviéticos foram mais explorados que os das fábricas inglesas: não havia como explorar colônias, como o fez a Inglaterra nem pedir empréstimos a outros países. A mais-valia do trabalhador era o único alimento da máquina do Estado. O sistema de troca de mercadorias foi apenas estatizado, não superado. Recortou-se da teoria marxista a luta de classes. O sistema de trocas, o fetiche da mercadoria, permaneceram intactos. Manteve-se a ideologia protestante do capitalismo, como o valor do trabalho como coisa natural ao homem e com fim em si mesma. Enquanto muitos marxistas apoiavam as iniciativas do Estado Comunista, Marx revirava-se no túmulo.
Outra fonte de horror ao universo socialista: a postura da atual esquerda, particularmente na América Latina. O sistema aprendeu com as crises, renovou a linguagem. O operário tornou-se colaborador, o capitalista, um empreendedor. Mas a esquerda fala de operários, ataca os burgueses e, ao retomar o discurso do século XIX, parece falar de uma coisa morta. Da mesma forma que houve o fetichismo da mercadoria, pelo capital, houve o fetichismo das classes. Nesse ponto, arrisca-se: o inimigo é o capital, não o capitalista. As figuras humanas, mesmo impondo-se contra outras de condição oposta, apenas representam o que foram condicionadas a fazer pelo sistema, o que não raro alguém advindo de realidade distinta faria em seu lugar. Devem ser combatidas as estruturas do sistema, responsáveis pela criação de um modo de vida voltado para o trabalho, a mais-valia, o consumo. E combater, no contexto universitário, em primeira instância, significa discutir.
A universidade, como o próprio nome indica, não pode ser reduzida ao ensino de técnicas de mercado. É óbvio, somos formados para conquistarmos, com esforço, um lugar no mercado. Mas isso não pode impedir o universitário de enxergar além das condições que lhe são impostas.
Um dos chavões da discussão humanística nos centros de ensino: a sustentabilidade. As pioneiras dessa transformação, desse “capitalismo mais humano”, ironicamente, são as empresas. Elas supostamente buscam soluções para reduzir o consumo e garantir um mundo digno para as próximas gerações. Os dados apontam um colapso do meio embiente, mas, no mundo da imagem, por meio de supostas ações sustentáveis, os vilões se tornam heróis. As mineradoras combatem a devastação do meio ambiente, as hidrelétricas incentivam o crescimento de comunidades, os bancos são oportunidades para a realização de sonhos. E os idealistas, são os socialistas?
O fato é que, enquanto acontece o suposto realinhamento do meio de produção para “explorações mais humanas”, continuam a ser oferecidas milhares de mercadorias. A palavra de ordem da pós-modernidade é a inovação. Ninguém quer ser visto com o lixo. O toque monofônico do celular de um consumidor desprecavido, no pátio da universidade, é motivo de riso.
A sensação de perda, a promessa de intensidade da publicidade, no lugar da promessa religiosa da eternidade, é o espírito de um sistema que precisa produzir sem parar. Por isso, a novidade de hoje é o lixo de amanhã. O lixo, aliás, é o principal indício do bom funcionamento de nosso sistema. A empresa mais estável do mundo, aponta o filósofo polonês Zygmunt Bauman, é a indústria do lixo.
A verdade é que não importa quantos sociólogos, ambientalistas ou filósofos mencionem a palavra catástrofe para se referirem ao ponto do qual nos aproximamos. O mundo será como tal enquanto as ideias estiverem trancafiadas em prateleiras de bibliotecas.
O grande desafio do universitário no mundo contemporâneo é enxergar para além do que lhe é ensinado. Aos que encontrarem uma fresta, vale cobrar para que ela se torne uma janela, por meio de discussões amplas e pesquisas. Especializemos sim, mas tenhamos uma visão crítica em relação ao todo.
Sem ingenuidades: não esperemos mudar o mundo de uma hora para outra. É o próprio capitalismo que esgota recursos e caminha, por conta própria, para o fim. Como uma serpente que começa alimentando dos fracos e, um dia, não terá outra opção, senão comer o próprio rabo. Levantemos do túmulo as vivas palavras de Marx:
"Uma formação social nunca se desfaz antes de estarem desenvolvidas todas as forças produtivas para as quais ela está pronta e novas relações de produção mais elevadas nunca se impõem antes de estarem crescidas no seio da sociedade antiga as condições de existência materiais dessas relações. Por isso, a humanidade sempre se propõe apenas aquelas tarefas que pode resolver, pois a observação exata sempre revela que a própria tarefa nasce onde já existe as condições materias de sua solução, ou onde estas pelo menos já estão em desenvolvimento".
O colapso da sociedade do consumo se aponta no horizonte. Os neoliberais estavam certos: a globalização construiu um novo mundo. Mais desumano. Há de chegar a hora em que a sociedade terá que escolher entre o fim da civilização e a suposta ideologia de um sistema igualitário.
Não se sabe como uma nova sociedade irá nascer. Decerto, o manual de funcionamento das bolsas de valores não o dirá. Nem o código de ética de uma multinacional. Nós, estudantes, devemos arriscar uma solução sem medo de sermos chamados de loucos: a adaptação do pensamento marxista para nossos tempos. A verdadeira utopia – no sentido mais irônico do termo, definido pelo Dicionário Houaiss como “ideia generosa, porém impraticável” – é a esperança de um mundo melhor sem a superação do sistema capitalista.
Eduardo Sabino é escritor, redator e compositor. Cursa o sétimo período de Comunicação Social no Centro Universitário Newton Paiva, onde é diretor colegiado do DA Ação Integrada, de Comunicação Social. No segundo semestre deste ano, lançará o livro de contos “Ideias noturnas sobre a grandeza dos dias” pela editora Novo Século. Contato: eduardosabino10@yahoo.com.br.







2 comentários:
Vocês precisam é ver o texto final, corrigido, revisado, ficou uma maravilha! Acho que, em breve, será publicado aqui. Parece que os admnistradores do Blog se precipitaram. Eu li o artigo pronto, e fiquei impressionado! Alessandro Faleiro - BH-MG
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